Sempre que falamos de criptomoedas, inevitavelmente ouvimos o termo blockchain. Isso acontece porque os dois conceitos nasceram juntos, no famoso artigo de Satoshi Nakamoto.

No entanto, hoje o blockchain já se desvinculou do bitcoin e é usado em diversas outras aplicações, principalmente aquelas que exigem segurança, transparência e imutabilidade dos dados.

Compreender o que é e como funciona essa tecnologia é um passo importante para ampliar seus horizontes a respeito das criptomoedas. Ao entender como o blockchain é estruturado, você percebe que o investimento em criptoativos é confiável.

 

O que é blockchain?

De uma forma bem simplista, o blockchain é um sistema que registra e rastreia o envio e recebimento de alguns tipos de informações, como as transações de moedas virtuais.

No contexto das criptomoedas, é possível compará-lo como um livro contábil: todos os dados relacionados a uma transação estarão registrados ali: ou seja, o registro dos códigos das carteiras que participaram dessa movimentação, quando a transação foi feita, e em qual parte do “livro” podemos encontrá-la.

Os dados de um grupo de transações são armazenados em blocos. A cada 10 minutos um novo bloco é gerado e ligado ao bloco anterior. Isso faz com que os blocos sejam dependentes entre si e formem uma cadeia de blocos (daí vem o nome blockchain).

Isso é importante porque é justamente essa interconexão que garante a segurança do blockchain…

 

Como funciona o blockchain?

O blockchain trabalha com uma rede distribuída de informações. Isso significa que os dados não estão registrados em um único sistema central, mas a informação fica armazenada em milhares de computadores espalhados pelo mundo.

E cada um desses sistemas tem uma cópia integral do banco de dados, o que torna as informações totalmente confiáveis, afinal, seria preciso invadir um enorme número de computadores para modificar os dados contidos ali.

Além de armazenar, esses computadores também auditam as informações, eliminando possíveis fraudes. Todo processo de decisão no blockchain é feito através de maioria simples: ou seja, 50%+1 dos sistemas da rede precisa reconhecer aquela informação como legítima.

Como comentamos, todas as informações são armazenadas em blocos. Cada bloco possui um “código” que resume todos os dados contidos nele. Chamamos esse código de hash. Todo bloco possui as informações contidas nele, o hash e o hash do bloco anterior.

O hash de um bloco precisa ser compatível com o hash do bloco anterior. E esse trabalho de analisar todas as informações de todos os blocos e formar um hash compatível exige um alto volume de processamento.

É aí que entra o que chamamos de mineração, que é justamente o processamento de informações para a formação de um novo bloco. Quando um novo bloco é minerado, o computador que encontrou esse novo bloco ganha uma recompensa em bitcoins.

 

O blockchain é seguro?

Entendendo como funciona fica fácil de perceber que sim, o blockchain é seguro. Por se tratar de uma rede descentralizada, é muito difícil alterar as informações contidas ali. Seria preciso, por exemplo, invadir mais da metade dos computadores que compõem a rede.

E quanto maior é o número de blocos formados e interligados, mais difícil é alterar uma informação, já que o volume de processamento requerido fica ainda maior.

Quer mais um argumento? Como existe um alto custo para atacar uma rede de computadores que cooperam entre si, mesmo financeiramente essa invasão não vale a pena. Se você possui um volume de processamento gigantesco, é mais vantajoso cooperar com a rede e ganhar uma recompensa maior (os bitcoins minerados).

Já ouviu aquela expressão “O crime não compensa”? Então, é literalmente o que ocorre aqui.

 

Quando o assunto é blockchain ou cripotomoedas pode confiar: as chances de fraude são muito menores do que em outras transações. Quer começar a investir nesse mercado? Cadastre-se em nossa plataforma e faça seu dinheiro render muito mais do que na poupança!